Razão de mortalidade materna
Óbitos de mulheres por causas ligadas à gravidez, ao parto e ao puerpério por 100 mil nascidos vivos, publicados pelo IBGE como indicador 3.1.1 dos ODS, para o Brasil, as Grandes Regiões e os estados. A série começa em 2009 e teve um pico em 2021, na pandemia de covid-19.
- Fonte:
- IBGE – Indicadores ODS
- Unidade:
- por 100 mil nascidos vivos
- Frequência:
- Anual
Último dado · 2023
55,3 por 100 mil nascidos vivos
queda de -4,2% em relação a 2022Arraste na barra inferior para dar zoom (o período da URL acompanha). Ctrl + roda do mouse também aproxima.
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Projeções
Sem projeção para este indicador: a série tem 15 observações, e o modelo estatístico pede pelo menos 24.
Projeção estatística, não é recomendação de investimento. Cenários mostram incerteza, não promessas. Como as projeções são calculadas
Alertas
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Conclusões
- Último valorMortalidade materna está em 55,3 por 100 mil nascidos vivos (2023).
- Variação no períodoNo período (2009 a 2023), Mortalidade materna caiu -17,1 por 100 mil nascidos vivos (-23,6%): de 72,4 por 100 mil nascidos vivos para 55,3 por 100 mil nascidos vivos.
- Variação percentual no períodoNo período (2009 a 2023), Mortalidade materna caiu -17,1 por 100 mil nascidos vivos (-23,6%): de 72,4 por 100 mil nascidos vivos para 55,3 por 100 mil nascidos vivos.
- Máximo do períodoO maior valor do período foi 117,4 por 100 mil nascidos vivos (2021).
- Mínimo do períodoO menor valor do período foi 55,3 por 100 mil nascidos vivos (2023).
- Média do períodoA média do período foi 66,8 por 100 mil nascidos vivos em 15 observações.
- Tendência (regressão linear)A tendência no período é estável (regressão linear: +0,5 por 100 mil nascidos vivos por ano).
- Sequência atualMortalidade materna acumula 2 anos consecutivos de queda.
- Menor valor desdeÉ o menor valor desde 2009 (55,3 por 100 mil nascidos vivos).
Fatos calculados automaticamente a partir dos dados do período em tela; não constituem recomendação de investimento.